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Stranger Things




Saiu ontem a nova série original da Netflix, Stranger Things.

Em uma pequena cidade onde nada acontece (nunca), um garoto chamado Will desaparece misteriosamente. Enquanto estão todos à sua procura, uma garota misteriosa aparece e demonstra ter uma certa relação com os eventos estranhos que culminaram no sumiço do jovem. Aos poucos a mãe de Will (bem interpretada por Winona Ryder, que estava sumida), os amigos do garoto, bem como o Xerife Hopper descobrem que há mais mistérios nesse desaparecimento, que vão muito além do que a pacata cidade espera.





A Netflix mais uma vez acerta em suas produções, trazendo um clima de anos 80 à série, o que trará muitos sentimentos de nostalgia para os espectadores mais velhos. Ambientada nos anos 80, a trama traz suspense e ficção científica, tudo isso muito bem ambientada à sua época e cheia de referências nerds, como o Hobbit, Star Wars e Dungeons & Dragons. Desde a abertura, o tema e músicas, a série se preocupou em trazer todos os elementos que remetessem à época e não desaponta em nada.

Embora tenha nascido nos anos 90, sempre fui fã de filmes, e que quem era espectadora assídua de Cinema em Casa e outros filmes do SBT, não vai deixar de perceber as referências e estilo de filmes do gênero daquela época, que reprisavam semanalmente na televisão tecnicolor de casa.

Embora Winona Ryder apareça como principal nome da série, é o Xerife e os jovens amigos de Will que roubam a cena, principalmente estes últimos, que são os primeiros a focar no que realmente está acontecendo ao invés de buscar explicações lógicas. 

A primeira temporada da série tem apenas 8 episódios, o que é suficiente para contar a história sem perder tempo ou enrolação.

Em suma, é uma boa série e, se deixado de lado alguns efeitos especiais um pouco pobrinhos, pode ser aproveitada num aboa maratona.


Nota: 

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